O que as famílias dizem sobre a Casa Ipê
Relatos reais de filhos, netos e cônjuges que encontraram em nós um apoio para cuidar de quem amam.
Voltar ao InícioRelatos de quem confiou em nós
Cada família tem uma história diferente. Estas são algumas delas.
Carla Lemos
Asa Norte, Brasília — filha
"Minha mãe tem 83 anos e mora sozinha. Eu trabalho e ficava sempre preocupada. Com a Casa Ipê, encontrei uma cuidadora que ela realmente gostou — coisa que não é fácil. Passados três meses, minha mãe até espera ansiosa pelas visitas."
Maio de 2025 · Visitas de Companhia
Roberto Menezes
Lago Sul, Brasília — filho
"Meu pai passou por uma cirurgia no joelho e precisou de apoio durante a recuperação. A equipe da Casa Ipê foi pontual, discreta e muito atenciosa. O que me surpreendeu foi a comunicação — sempre me avisavam como ele estava, sem eu precisar perguntar."
Maio de 2025 · Apoio Diurno Completo
Patrícia Souza
Sudoeste, Brasília — neta
"Contratamos para minha avó que tem 91 anos. No começo ela resistiu — não queria cuidadora nenhuma. A Mariana nos orientou muito bem na escolha do perfil, e hoje minha avó recebe a cuidadora com um sorriso. Isso para nós não tem preço."
Abril de 2025 · Cuidado Integral
Ana Oliveira
Guará, Brasília — cônjuge
"Eu mesmo cuido do meu marido, mas há dias que não consigo fazer tudo sozinha. A Casa Ipê me ajuda algumas vezes por semana — e além de cuidar dele, a cuidadora me trata com muita consideração. Eu não esperava isso."
Maio de 2025 · Visitas de Companhia
Jorge Figueiredo
Cruzeiro, Brasília — filho
"Trabalho fora de Brasília e passei meses me preocupando com meu pai. Com a Casa Ipê, eu falo com a coordenação quando preciso, recebo notícias regulares e sei que ele está bem cuidado. A distância ficou mais fácil de suportar."
Abril de 2025 · Apoio Diurno Completo
Luciana Borges
Águas Claras, Brasília — filha
"A primeira cuidadora não se adaptou bem à rotina da minha mãe — e a Casa Ipê trocou sem problema nenhum. A segunda foi um encaixe perfeito. O cuidado com o processo de compatibilidade faz diferença real no dia a dia."
Maio de 2025 · Cuidado Integral
Histórias de cuidado
Três casos que mostram como acompanhamos famílias em momentos diferentes do processo de cuidar.
Dona Irene, 87 anos — Asa Sul
Situação
Viúva há dois anos, Dona Irene vivia sozinha e os filhos moravam em São Paulo. Sem companhia e com mobilidade reduzida, ela passou a se isolar e perder o apetite.
Caminho
Iniciamos com visitas de companhia três vezes por semana. Em dois meses, a família optou pelo apoio diurno para dar mais suporte à rotina e às consultas médicas regulares.
Mudança
Segundo a família, Dona Irene voltou a se alimentar melhor, retomou o hábito de dar curtas caminhadas e ficou mais comunicativa nas ligações com os filhos.
Seu Antônio, 79 anos — Taguatinga
Situação
Após um AVC leve, Seu Antônio tinha dificuldade de mobilidade e precisava de suporte contínuo que a esposa, também idosa, não conseguia oferecer sozinha.
Caminho
O Cuidado Integral foi ativado com dois cuidadores em revezamento. Trabalhamos em parceria com a fisioterapeuta que o acompanhava, seguindo as orientações de mobilidade e exercícios.
Mudança
Em quatro meses, Seu Antônio recuperou parte da independência. A esposa pôde descansar mais, o que foi fundamental também para a saúde dela.
Família Carvalho — Sudoeste
Situação
Três irmãos se revezavam no cuidado da mãe, mas o esgotamento da família aumentou com o tempo. Precisavam de um cuidador de confiança para os dias da semana.
Caminho
O apoio diurno de segunda a sexta-feira permitiu que os filhos retomassem suas rotinas. Os fins de semana continuaram sendo cuidados pela família, preservando esse vínculo.
Mudança
A família relatou que a qualidade do tempo junto aos fins de semana melhorou — sem o cansaço acumulado, os momentos ficaram mais leves e presentes.
Números que falam
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